Perder sempre e Ruim... Mas vencer quando você perde pode ser a melhor das vitorias!

domingo, 28 de novembro de 2010

Eu estava arrasado, pisei na bola e errei as palavras, me exaltei e tive medo, estava totalmente derrotado, daí uma estranha Maré de sorte me abate como a força de um furação, eu podia sorrir mesmo sem você, e em determinado momento vi que poderia viver mesmo você não estando em minha vida, mas aquele sentimento que tenho por você sempre esteve ali, estava apenas anestesiado pela minha felicidade momentânea.

Sentimento e algo tão confuso e imprevisível, as vezes penso que seria melhor viver sem ele, eu queria desistir, cuidar da minha vida e torcer para você ser feliz, mas você me perdoou e as cores voltaram a minha vida, eu agora posso sorrir e ver seu sorriso em pagamento, posso te abraçar e sentir seu calor...

E sabe o mais incrível!? Nós somos feitos para perdoar uma ao outro, pois por mais que a gente erre sempre seremos fieis e nos amaremos.

E aqui vai um recado para quem na vida dela deseja entrar, nunca! Jamais tente usá-la, pois eu a protegerei custe o que custar! E saiba que sua vida não passa de uma peça em minhas mãos e não hesitarei em destrocá-la caso você a perturbe... Caso consiga meu escudo ultrapassar meu amigo... Sinto muito mais ela não e indefesa, ela vê seus movimentos e sabe revidar a altura.

Então caro “amigo” cuidado, porque talvez mesmo jogando você não passe de uma peça... E dessa vez não e do meu jogo que estamos falando.

Eu perdi... Você achou que ganhou, e com seu engano e derrota evidente acabei vencendo.

Marcos: Estranho... Eu realmente confiava nele(a)... (confuso)

Contier: Eu já tinha percebido, mas apesar de tudo você mereceu algumas conseqüências... (fazendo cara de mal)

Marcos: Talvez... Mas mesmo recusando entrar em joguinhos, você acabou sendo a “rainha” de alguém. (com um sorriso torto)

Contier: Entrei... e sabe o que vai ser mais triste, ele(a) ver que depois todo trabalho sujo e joguinhos fúteis as coisas não mudaram, e eu não estava tanto sobre seu poder quanto ele pensa. (cara de astuta, destacando o verbo PENSAR no presente)

Marcos: então né... (bobo ao a ver falar isso)

Aos meus inimigos cuidado...

Aos dela... Adeus.

Ass: Marcos =D

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